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INTO representa o Brasil no 3º consenso internacional em infecções, em Istambul, na Turquia

Especialistas compartilham expertise internacional e reforçam impacto direto na qualidade do SUS.

Crédito: INTO

O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO) marcou presença no 3º Consenso Internacional em Infecções, realizado de 8 a 10 de maio em Istambul, na Turquia. O evento, que reuniu especialistas de mais de 30 países, debateu padrões globais para diagnóstico, prevenção e tratamento de infecções relacionadas à ortopedia – e o INTO integrou as discussões com contribuições técnicas de seus representantes: os ortopedistas Dr. Osamu Kimura e Dr. Emílio Freitas, do Centro de Atenção em Quadril (CAE Quadril), e a infectologista Dra. Juliana Arruda.

INTO na vanguarda do conhecimento global

O consenso teve como objetivo estabelecer diretrizes universais para enfrentar desafios complexos, como infecções pós-cirúrgicas e resistência antimicrobiana – temas críticos para a saúde pública. A participação do INTO reforçou o reconhecimento internacional da instituição, que apresentou casos clínicos, dados epidemiológicos e estratégias aplicadas no Sistema Único de Saúde (SUS).

Por que isso impacta o SUS?

O conhecimento gerado no consenso será transformado em protocolos aplicáveis no Brasil, aprimorando desde a triagem de casos até a reabilitação de pacientes. A troca global é um catalisador de avanços, infecções ortopédicas exigem abordagem multidisciplinar. O INTO destacou, ainda, iniciativas como o uso de inteligência epidemiológica para prevenir surtos e a integração entre ortopedia e infectologia – modelo já adotado pela instituição e considerado referência pelos participantes.

Conectando saberes, transformando realidades

A presença do INTO no cenário internacional reflete sua missão de alinhar inovação e acesso universal. Traduzindo evidências globais em práticas locais.

Com o lema “Conectando saberes, transformando vidas”, o Instituto reafirma seu papel como ponte entre a ciência de ponta e a saúde pública brasileira. Os protocolos revisados no consenso começam a ser implementados no INTO ainda em 2025, com expectativa de expansão para outras unidades do país.


O que muda para os pacientes?
Protocolos mais ágeis no diagnóstico, redução de complicações pós-cirúrgicas e tratamentos antimicrobianos precisos, reduzindo custos e tempo de internação.

Crédito: Instagram INTO / Assessoria de Comunicação do INTO

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