A lesão da raiz do menisco ocorre quando a região que fixa o menisco à tíbia sofre ruptura ou avulsão. Com essa perda de fixação, o menisco pode deixar de distribuir adequadamente as cargas do joelho, favorecer extrusão meniscal e acelerar danos à cartilagem. O tratamento depende do tipo da lesão e do estado da articulação.
Os meniscos são estruturas de fibrocartilagem localizadas entre o fêmur e a tíbia. Cada joelho possui um menisco medial e um lateral, que participam da distribuição de cargas, absorção de impacto, estabilidade e proteção da cartilagem articular.
Nas extremidades de cada menisco existem pontos de fixação chamados raízes meniscais. Quando uma dessas raízes se rompe, o problema pode ser biomecanicamente muito mais importante do que o tamanho da lesão sugere.
Isso acontece porque o menisco precisa permanecer adequadamente ancorado para transformar as forças que comprimem o joelho em forças distribuídas ao longo de suas fibras circunferenciais, conhecidas como hoop stresses. Uma ruptura completa da raiz pode comprometer essa função e produzir alterações biomecânicas comparáveis às observadas após perda extensa do menisco.
O que é uma lesão da raiz do menisco?
As lesões da raiz meniscal incluem rupturas radiais localizadas muito próximas ao ponto de inserção do menisco na tíbia e avulsões completas dessa fixação. Revisões atuais utilizam como referência lesões radiais dentro de aproximadamente 1 cm da raiz ou o desprendimento da raiz de sua inserção óssea.
Existem raízes anteriores e posteriores nos dois meniscos, mas na prática clínica duas situações recebem especial atenção:
- lesão da raiz posterior do menisco medial;
- lesão da raiz posterior do menisco lateral.
Elas não apresentam necessariamente o mesmo perfil de paciente nem o mesmo mecanismo.
Qual a diferença entre lesão da raiz medial e lateral?
A raiz posterior do menisco medial é frequentemente acometida por alterações degenerativas e pode romper durante movimentos relativamente simples, principalmente em adultos de meia-idade ou mais velhos. Existem também casos traumáticos, portanto idade ou ausência de acidente não definem sozinhas a origem da lesão.
Já as lesões da raiz posterior do menisco lateral aparecem com maior frequência associadas a traumas esportivos e à ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA). Estudos recentes encontraram lesões da raiz lateral em aproximadamente 7% a 12% dos joelhos com lesão do LCA.
| Característica | Raiz posterior medial | Raiz posterior lateral |
|---|---|---|
| Perfil frequente | Adultos de meia-idade ou mais velhos | Pacientes mais jovens e atletas |
| Mecanismo comum | Degenerativo ou movimento de baixa energia | Trauma esportivo |
| Associação importante | Extrusão, artrose, alterações subcondrais | Ruptura do LCA |
| Local da dor | Frequentemente região medial/posteromedial | Pode acompanhar quadro traumático mais amplo |
| Tratamento | Depende principalmente de cartilagem, alinhamento e estágio da artrose | Frequentemente avaliado em conjunto com outras lesões |
Esses são padrões gerais e não substituem a avaliação individual.
Por que a raiz do menisco é tão importante?
Para distribuir as cargas do joelho, o menisco precisa permanecer adequadamente fixado.
Quando ocorre uma ruptura da raiz, as fibras circunferenciais perdem parte de sua capacidade de transmitir as forças. O menisco pode então se deslocar para fora da articulação, fenômeno denominado extrusão meniscal.
Com menos tecido meniscal funcionando entre o fêmur e a tíbia, a área de contato diminui e determinadas regiões passam a suportar cargas maiores.
É por isso que a lesão da raiz não deve ser considerada apenas uma “pequena ruptura do menisco”. A literatura associa essas lesões à progressão da osteoartrite do joelho, especialmente quando há extrusão e comprometimento do compartimento medial.
O que é extrusão do menisco?
Extrusão meniscal é o deslocamento do menisco para além da margem da tíbia.
Na ressonância magnética, esse deslocamento pode ser medido e funciona como um dos sinais indiretos de que o menisco não está mantendo normalmente sua posição e função. Uma extrusão superior a aproximadamente 3 mm é frequentemente utilizada nos estudos como referência radiológica relevante.
A lesão da raiz posterior é uma das principais alterações associadas à extrusão do menisco medial.
Quanto maior a perda da função de distribuição de cargas, maior pode ser a sobrecarga sobre cartilagem e osso subcondral.
Quais são os sintomas da lesão da raiz do menisco?
Os sintomas podem variar.
Em algumas lesões degenerativas da raiz medial, o paciente não relata uma grande torção ou trauma. A dor pode surgir depois de agachar, levantar-se de uma cadeira, subir escadas ou realizar outro movimento relativamente simples. Alguns pacientes relatam ter sentido ou ouvido um “estalo” quando os sintomas começaram.
Os sintomas podem incluir:
- dor na parte interna ou posterior do joelho;
- dor ao caminhar e apoiar peso;
- piora ao agachar;
- dificuldade para subir ou descer escadas;
- inchaço;
- sensibilidade na linha articular;
- redução da capacidade de realizar atividades físicas;
- eventualmente, sensação de estalo no início do quadro.
Travamento e bloqueio do joelho podem ocorrer em lesões meniscais, mas não são obrigatórios nas lesões de raiz.
É possível lesionar a raiz do menisco sem sofrer uma queda?
Sim.
Esse é um dos motivos pelos quais a lesão da raiz posterior do menisco medial pode passar despercebida.
Enquanto alguns pacientes apresentam uma ruptura após trauma esportivo, outros desenvolvem uma lesão degenerativa que se manifesta durante uma atividade cotidiana aparentemente banal.
Por isso, dor medial de início relativamente súbito em uma pessoa de meia-idade ou mais velha não deve ser automaticamente atribuída apenas à artrose.
O histórico, exame físico e exames de imagem ajudam a identificar se existe uma lesão meniscal específica associada.
A lesão da raiz pode parecer artrose?
Pode haver sobreposição importante.
As lesões degenerativas da raiz medial aparecem justamente em uma população na qual alterações iniciais de osteoartrite podem já estar presentes.
Além disso, a própria ruptura pode aumentar as cargas no compartimento medial e favorecer progressão da degeneração articular.
Por isso, a análise precisa responder duas perguntas diferentes:
Existe uma lesão da raiz?
e
Qual é o estado atual da cartilagem e do restante da articulação?
Essa segunda pergunta é fundamental para escolher o tratamento.
Qual é a relação entre lesão da raiz e fratura subcondral?
Existe uma associação importante entre lesão da raiz posterior do menisco medial, extrusão meniscal e alterações do osso subcondral.
Quando o menisco perde sua capacidade de distribuir a carga, determinadas áreas do joelho podem passar a receber maior pressão. Estudos recentes descrevem uma relação entre lesões da raiz medial e fratura por insuficiência subcondral do joelho (SIFK).
Por isso, uma ressonância pode revelar simultaneamente:
- ruptura da raiz;
- extrusão do menisco;
- edema da medula óssea;
- lesão subcondral;
- desgaste da cartilagem.
A presença dessas alterações muda o prognóstico e pode interferir na decisão terapêutica.
Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico combina sintomas, exame físico e exames de imagem.
O médico pode avaliar:
- localização da dor;
- sensibilidade na linha articular;
- presença de derrame;
- mobilidade;
- alinhamento dos membros;
- estabilidade ligamentar;
- condição do joelho oposto;
- atividades que desencadeiam os sintomas.
Radiografias com apoio são importantes principalmente para verificar o grau de osteoartrite e o alinhamento do joelho.
Entretanto, a radiografia não mostra diretamente a maior parte das lesões meniscais.
A ressonância magnética mostra a lesão da raiz?
A ressonância magnética é o principal exame para diagnóstico das lesões da raiz meniscal e também permite estudar cartilagem, ligamentos, edema ósseo e outras alterações associadas.
Entre os sinais que podem aparecer estão:
Ghost sign: desaparecimento do aspecto habitual do menisco em determinados cortes sagitais;
Cleft sign: descontinuidade vertical na região da raiz em imagens coronais;
alteração de sinal na raiz: visualizada em diferentes planos;
extrusão meniscal: deslocamento do menisco para fora da margem tibial;
edema subcondral: pode estar presente quando existem alterações associadas do osso.
A interpretação deve ser realizada considerando o conjunto das imagens, porque algumas lesões podem ser discretas.
Toda lesão da raiz precisa de cirurgia?
Não.
A decisão depende de vários fatores e não apenas da presença da ruptura na ressonância.
Entre os elementos considerados estão:
- intensidade dos sintomas;
- idade biológica e nível de atividade;
- tempo de evolução;
- qualidade do tecido meniscal;
- grau de osteoartrite;
- condição da cartilagem;
- alinhamento do joelho;
- presença de extrusão;
- outras lesões associadas;
- capacidade de seguir a reabilitação pós-operatória.
Em pacientes sintomáticos sem osteoartrite avançada, existe atualmente forte tendência à preservação e reparo da raiz quando tecnicamente possível. Um consenso internacional publicado em 2025 encontrou concordância para reparo precoce das lesões sintomáticas da raiz medial sem artrose avançada.
Quando existe artrose avançada, deformidade importante ou comprometimento grave da cartilagem, simplesmente reparar o menisco pode não resolver o principal problema da articulação.
Como é o tratamento sem cirurgia?
O tratamento conservador pode ser considerado em situações selecionadas, particularmente quando a pessoa apresenta alterações degenerativas avançadas, contraindicação cirúrgica ou quando o reparo da raiz não oferece benefício esperado suficiente.
A abordagem pode envolver:
- modificação temporária das atividades;
- controle da dor;
- fisioterapia;
- fortalecimento muscular;
- manejo de fatores relacionados à carga;
- acompanhamento da evolução.
O objetivo é melhorar função e sintomas, mas é importante compreender que fisioterapia não reconecta anatomicamente uma raiz completamente rompida ao osso.
Por isso, tratamento dos sintomas e restauração da anatomia são conceitos diferentes.
Como funciona a cirurgia de reparo da raiz do menisco?
Quando indicada, a cirurgia geralmente é realizada por artroscopia.
O objetivo é recolocar a raiz o mais próximo possível de sua inserção anatômica para recuperar parte da função de transmissão das cargas do menisco.
Existem diferentes técnicas.
Uma das mais utilizadas é o reparo transtibial pull-out, no qual suturas são passadas pelo menisco e conduzidas por um túnel na tíbia para fixar a raiz próxima à sua posição original.
Outra possibilidade é o uso de âncoras, dependendo da situação e da técnica do cirurgião.
A escolha é individual e existem diferentes variações técnicas em estudo.
Reparar o menisco é melhor do que retirar a parte lesionada?
A estratégia atual busca preservar o menisco sempre que existe uma indicação adequada para reparo.
Estudos comparando reparo da raiz, meniscectomia parcial e tratamento não operatório sugerem menor progressão radiográfica da osteoartrite e melhores resultados clínicos após reparo em pacientes selecionados. Entretanto, grande parte das evidências disponíveis ainda vem de estudos observacionais e apresenta heterogeneidade.
A meniscectomia parcial remove tecido meniscal lesionado, mas não restaura a função perdida da raiz.
Por isso, a pergunta deixou de ser apenas:
“Qual parte do menisco deve ser retirada?”
e passou a incluir:
“É possível preservar e restaurar a função desse menisco?”
Artrose impede a cirurgia de reparo?
Depende do grau da artrose.
Alterações leves não significam automaticamente que o reparo seja impossível. Entretanto, osteoartrite avançada reduz a possibilidade de benefício de uma cirurgia destinada apenas a restaurar a raiz meniscal.
Além disso, o alinhamento das pernas precisa ser analisado.
Um joelho com desvio importante em varo concentra ainda mais carga no compartimento medial. Em determinados pacientes, pode ser necessário discutir procedimentos de correção do alinhamento, como osteotomia tibial, juntamente ou independentemente do tratamento do menisco.
Por isso, uma mesma ressonância com “lesão da raiz medial” pode gerar tratamentos diferentes em dois pacientes.
Como é a recuperação depois da cirurgia?
A recuperação de uma sutura da raiz do menisco tende a ser mais protegida do que a recuperação após uma simples meniscectomia.
Isso ocorre porque a raiz precisa cicatrizar novamente junto ao osso.
O consenso internacional ESSKA-AOSSM-AASPT sobre reabilitação meniscal recomenda, para reparos radiais e de raiz, restrições de carga e amplitude de movimento nas primeiras quatro a seis semanas, com progressão posterior baseada tanto no tempo biológico de cicatrização quanto em critérios funcionais.
O protocolo específico pode variar de acordo com:
- técnica utilizada;
- estabilidade do reparo;
- lesões associadas;
- cirurgia simultânea do LCA;
- osteotomia concomitante;
- características do paciente.
Portanto, não é adequado copiar o protocolo de outra pessoa operada do menisco.
Quanto tempo leva para voltar ao esporte?
O retorno costuma ser significativamente mais longo após reparo da raiz do que após uma meniscectomia parcial.
O consenso internacional de reabilitação meniscal considera que reparos complexos, radiais e de raiz podem demandar aproximadamente seis a nove meses de reabilitação, dependendo da evolução.
O retorno não deve ser decidido somente pelo calendário.
Também precisam ser considerados:
- ausência ou controle adequado de dor e inchaço;
- amplitude de movimento;
- força do quadríceps;
- controle neuromuscular;
- capacidade funcional;
- exigências do esporte;
- avaliação da cicatrização quando indicada.
O menisco volta ao normal depois da cirurgia?
O objetivo do reparo é restaurar a fixação e melhorar a capacidade do menisco de distribuir cargas, mas isso não significa garantir que o joelho ficará exatamente igual a um joelho nunca lesionado.
A cicatrização pode variar e a extrusão meniscal pode persistir mesmo após um reparo tecnicamente adequado. Pesquisas atuais estudam técnicas adicionais, como a centralização do menisco, justamente para tentar reduzir esse deslocamento residual.
O estado da cartilagem no momento do diagnóstico também influencia o resultado.
Por isso, diagnosticar a lesão antes de uma degeneração articular importante pode fazer diferença.
Qual é a relação entre lesão da raiz lateral e LCA?
A lesão da raiz posterior do menisco lateral merece atenção especial nos pacientes com ruptura do ligamento cruzado anterior.
Estudos recentes continuam demonstrando associação entre essas duas lesões, razão pela qual o menisco lateral deve ser avaliado cuidadosamente quando existe um trauma do LCA.
Durante a reconstrução do LCA, uma lesão da raiz lateral identificada pode ser tratada simultaneamente conforme seu padrão e estabilidade.
No Portal da Ortopedia, veja também o conteúdo sobre ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA).
Quando procurar um especialista?
Dor persistente na parte interna do joelho merece investigação especialmente quando começou após um agachamento, pequena torção ou movimento aparentemente simples e passou a dificultar caminhar ou apoiar peso.
Também procure avaliação diante de:
- inchaço recorrente;
- dor persistente na linha articular;
- estalo associado ao início de dor importante;
- piora rápida da capacidade de caminhar;
- travamento ou bloqueio;
- dor que não melhora com medidas iniciais;
- diagnóstico de lesão meniscal associado à extrusão;
- piora rápida de uma artrose anteriormente estável.
O diagnóstico precoce é particularmente relevante porque lesões da raiz podem comprometer rapidamente a função mecânica do menisco e estão associadas à progressão da degeneração articular.
Lesão da raiz do menisco tem cura?
A resposta depende do que se entende por cura.
Em pacientes adequadamente selecionados, o reparo cirúrgico pode permitir cicatrização da raiz e melhora significativa da dor e função. No entanto, o resultado depende de fatores como estado da cartilagem, alinhamento, extrusão, qualidade do tecido e aderência à reabilitação.
Quando a articulação já apresenta artrose avançada, o objetivo pode deixar de ser “consertar o menisco” isoladamente e passar a ser controlar os sintomas e tratar a doença do joelho como um todo.
Perguntas frequentes sobre lesão da raiz do menisco
O que é a raiz do menisco?
É a região que fixa as extremidades do menisco à tíbia. Essa ancoragem é fundamental para permitir que o menisco distribua adequadamente as cargas que atravessam o joelho.
É possível romper a raiz do menisco sem sofrer trauma?
Sim. A lesão da raiz posterior do menisco medial frequentemente apresenta componente degenerativo e pode surgir durante movimentos cotidianos, como agachar ou levantar-se.
Lesão da raiz do menisco sempre causa travamento?
Não. Dor na linha articular e dor ao apoiar ou flexionar profundamente o joelho podem ocorrer sem travamento. Sintomas mecânicos não estão presentes em todos os pacientes.
A lesão aparece no raio-X?
A ruptura do menisco não costuma ser visualizada diretamente na radiografia. O raio-X é importante para avaliar artrose e alinhamento, enquanto a ressonância magnética é o principal exame para visualizar a raiz meniscal.
Lesão da raiz sempre precisa ser operada?
Não. O tratamento depende de sintomas, cartilagem, grau de artrose, alinhamento, qualidade do tecido e condições gerais do paciente. O reparo é especialmente considerado em pacientes sintomáticos sem artrose avançada.
Quanto tempo demora a recuperação da cirurgia?
Reparos radiais e de raiz exigem proteção inicial e reabilitação progressiva. O retorno completo a atividades esportivas pode levar aproximadamente seis a nove meses em muitos protocolos, variando conforme a lesão e a evolução do paciente.
Leia também no Portal da Ortopedia
Lesão no menisco: causas, sintomas e tratamento — conteúdo geral sobre os diferentes padrões de lesão meniscal.
Dor no joelho: o que a localização da dor pode revelar sobre a causa — ajuda a compreender as principais estruturas relacionadas à dor medial, lateral, anterior e posterior.
Osteoartrite de joelho: causas, estágios e opções de tratamento — aprofunda a relação entre degeneração da cartilagem, dor e perda de função.
Ligamento cruzado anterior (LCA): lesão e tratamento — importante principalmente pela associação entre ruptura do LCA e determinadas lesões da raiz lateral do menisco.
Referências
- Hantouly AT et al. — Meniscus root tears: state of the art. International Orthopaedics. 2024. Revisão sobre definição, biomecânica, diagnóstico e tratamento das lesões das raízes meniscais.
- Garcia JR et al. — Diagnosis and Treatment Strategies of Meniscus Root Tears. 2024. Revisão das estratégias diagnósticas e terapêuticas atuais.
- Lee DR et al. — Root Repair Has Superior Radiological and Clinical Outcomes Than Partial Meniscectomy and Nonoperative Treatment. Arthroscopy. 2025. Revisão sistemática dos resultados das estratégias de tratamento.
- Fong FJY et al. — Medial Meniscal Extrusion in Patients With Medial Meniscus Root Tears. Orthopaedic Journal of Sports Medicine. 2023. Revisão sistemática e meta-análise sobre extrusão meniscal.
- Chahla J et al. — International Delphi Consensus on Medial Meniscal Root Tears. 2025. Consenso sobre diagnóstico, indicação de reparo e pacientes com osteoartrite avançada.
- Pujol N et al. — Formal EU-US Meniscus Rehabilitation 2024 Consensus: ESSKA-AOSSM-AASPT. 2025. Recomendações de reabilitação após reparos meniscais.
Aviso
Este conteúdo tem caráter informativo e educacional e não substitui consulta, exame físico, diagnóstico ou tratamento individualizado. Lesões meniscais apresentam diferentes padrões e a indicação de fisioterapia, cirurgia ou outras intervenções depende das características de cada joelho.