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Lesão ramp do menisco: o que é e qual a relação com o LCA?

A lesão ramp compromete a região posterior do menisco medial e aparece com frequência associada à ruptura do ligamento cruzado anterior, podendo aumentar a instabilidade do joelho.

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A lesão ramp é uma ruptura localizada na região posterior e periférica do menisco medial, próxima à sua ligação com a cápsula do joelho. Ela ocorre frequentemente junto à ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA), pode contribuir para maior instabilidade da articulação e nem sempre é identificada facilmente na ressonância magnética.

Quando ocorre uma ruptura do ligamento cruzado anterior, o LCA nem sempre é a única estrutura lesionada.

Meniscos, cartilagem e outros estabilizadores do joelho podem ser comprometidos pelo mesmo trauma. Entre essas lesões associadas está a chamada lesão ramp do menisco medial, alteração localizada em uma região posterior que pode ser difícil de visualizar tanto no exame de imagem quanto durante uma avaliação artroscópica convencional.

O reconhecimento é importante porque o menisco medial também participa da estabilidade do joelho. Quando existe simultaneamente uma ruptura do LCA e uma lesão ramp instável, a articulação pode apresentar maior frouxidão anterior e rotacional.

O que é uma lesão ramp do menisco?

A expressão ramp lesion é utilizada para descrever determinadas rupturas periféricas na região posterior do menisco medial, envolvendo especialmente sua ligação com a cápsula posteromedial e estruturas meniscotibiais.

De maneira simplificada, a lesão aparece em uma área próxima à “parte de trás” do menisco medial.

Essa localização é importante porque pode dificultar sua identificação por métodos convencionais.

Também existe alguma variação entre estudos na definição anatômica e na classificação das lesões ramp, razão pela qual a literatura ainda busca padronizar melhor quais padrões devem ser incluídos nesse diagnóstico.

Onde fica a lesão ramp no joelho?

O joelho possui dois meniscos:

  • menisco medial, localizado na parte interna;
  • menisco lateral, localizado na parte externa.

A lesão ramp está relacionada ao segmento posterior e periférico do menisco medial, próximo à região em que o menisco se conecta à cápsula articular.

EstruturaLocalizaçãoFunção relacionada
Menisco medialParte interna do joelhoDistribuição de cargas e estabilidade
Corno posteriorParte posterior do meniscoParticipa da transmissão de cargas e estabilidade
Junção meniscocapsularUnião do menisco com a cápsulaAjuda a manter a posição periférica do menisco
LCARegião central do joelhoImportante estabilizador anterior e rotacional

É justamente a combinação entre LCA lesionado + estabilizadores secundários comprometidos que torna a lesão ramp clinicamente relevante.

Por que a lesão ramp está relacionada à ruptura do LCA?

A associação é forte.

Revisões recentes relatam lesões ramp em aproximadamente 9% a 42% dos pacientes com ruptura do LCA, embora a frequência observada varie conforme população estudada, definição utilizada e método empregado para procurar a lesão.

Quando o LCA se rompe, o joelho pode sofrer maior translação anterior e rotação. Durante o trauma, forças também podem atingir a região posterior do menisco medial e suas fixações periféricas.

Além disso, quando o joelho permanece com deficiência do LCA por algum tempo, o menisco medial passa a assumir papel ainda mais importante como estabilizador secundário.

Isso ajuda a explicar por que lesões meniscais mediais são particularmente relevantes em joelhos com instabilidade relacionada ao LCA.

A lesão ramp deixa o joelho mais instável?

Pode.

Estudos biomecânicos e clínicos indicam que a presença de uma lesão ramp associada à ruptura do LCA pode aumentar a frouxidão anterior e rotacional do joelho quando comparada a uma ruptura isolada do ligamento.

Isso ocorre porque o menisco medial funciona como um estabilizador secundário da articulação.

Quando tanto o LCA quanto estruturas posteriores do menisco medial estão comprometidos, mais de um mecanismo estabilizador pode deixar de funcionar adequadamente.

Por esse motivo, durante uma reconstrução do LCA, identificar lesões associadas pode ser tão importante quanto tratar o próprio ligamento.

Quais são os sintomas da lesão ramp?

Um dos desafios é que a lesão ramp não apresenta necessariamente um conjunto de sintomas exclusivo.

Como a maioria dos casos é encontrada em pessoas que também sofreram ruptura do LCA, os sintomas das duas lesões podem se misturar.

O paciente pode apresentar:

  • dor no joelho após trauma;
  • dor na região interna ou posteromedial;
  • inchaço;
  • sensação de instabilidade;
  • limitação para praticar esportes;
  • sintomas associados à própria ruptura do LCA.

Estalos, travamento e sensação de algo prendendo dentro do joelho podem aparecer em diferentes lesões meniscais, mas não são obrigatórios nem suficientes para confirmar uma lesão ramp.

Na prática, muitas lesões são identificadas durante a investigação de um joelho com ruptura do LCA, e não porque produziram um sintoma isolado característico.

Como acontece a lesão ramp?

Ela costuma estar associada ao mesmo mecanismo traumático que provoca a ruptura do LCA.

Esportes que envolvem:

  • mudança brusca de direção;
  • desaceleração;
  • aterrissagem;
  • rotação do joelho;
  • movimentos de pivô;

podem produzir cargas suficientes para lesionar o ligamento cruzado anterior e outras estruturas do joelho.

Por isso, durante a avaliação de uma ruptura do LCA, não basta perguntar apenas se o ligamento está rompido. Também é necessário investigar quais outras estruturas podem ter sido comprometidas no mesmo episódio.

Toda pessoa que rompe o LCA tem lesão ramp?

Não.

A lesão ramp é uma associação relativamente frequente, mas está longe de estar presente em todos os casos.

Uma revisão publicada em 2025 encontrou prevalências relatadas entre aproximadamente 9% e 42% dos pacientes com ruptura do LCA.

Essa grande variação ocorre porque diferentes estudos utilizam:

  • populações distintas;
  • critérios diferentes para definir lesão ramp;
  • exames de ressonância com protocolos variados;
  • técnicas artroscópicas diferentes;
  • métodos mais ou menos detalhados de inspeção da região posteromedial.

Portanto, os números devem ser interpretados como uma faixa encontrada na literatura, e não como uma probabilidade individual.

Quem apresenta maior risco de ter lesão ramp junto com o LCA?

Pesquisas buscam identificar características que aumentam a possibilidade de uma lesão ramp em pacientes com ruptura do LCA.

Um estudo publicado em 2024 identificou associação com fatores como idade mais jovem, sexo masculino, cirurgia de revisão do LCA e algumas outras lesões associadas, embora esses achados não possam ser utilizados isoladamente para diagnosticar o problema.

O mais importante é manter a suspeita principalmente diante de uma ruptura do LCA e realizar avaliação cuidadosa do menisco medial.

A ressonância magnética consegue identificar uma lesão ramp?

Pode identificar, mas não detecta todas as lesões.

Uma meta-análise publicada em 2024 concluiu que a ressonância magnética apresenta desempenho diagnóstico moderado para identificar lesões ramp em joelhos com deficiência do LCA.

A dificuldade está relacionada, entre outros fatores, à localização posteromedial e à configuração da lesão.

Alguns sinais que podem aumentar a suspeita incluem:

  • descontinuidade na região meniscocapsular;
  • líquido entre o corno posterior do menisco medial e a cápsula;
  • irregularidade periférica do menisco;
  • alterações associadas próximas à região posteromedial.

Em crianças e adolescentes com ruptura do LCA, uma revisão também encontrou baixa sensibilidade da ressonância, embora a especificidade tenha sido considerada boa.

Uma ressonância normal exclui a lesão ramp?

Não necessariamente.

Uma ressonância que não descreve lesão ramp reduz a suspeita em determinados contextos, mas não é suficiente para excluir todos os casos.

Quando o paciente será submetido à reconstrução do LCA, o cirurgião pode avaliar diretamente a região do menisco durante a artroscopia, principalmente quando os achados clínicos ou de imagem levantam suspeita.

Por que a lesão ramp pode passar despercebida na artroscopia?

Pode parecer contraditório, mas até mesmo durante uma artroscopia a lesão pode não ser visualizada se a região posteromedial não for examinada adequadamente.

A localização é relativamente “escondida” quando observada apenas pelos portais artroscópicos anteriores tradicionais.

Por isso, técnicas específicas podem ser utilizadas para visualizar melhor a região, incluindo a passagem do artroscópio através do intercôndilo e, quando necessário, utilização de um portal posteromedial para inspeção e tratamento.

A avaliação também precisa determinar algo fundamental:

a lesão é estável ou instável?

Essa distinção influencia a decisão terapêutica.

Qual é a diferença entre lesão ramp estável e instável?

Uma lesão é considerada estável quando o tecido permanece relativamente firme durante a avaliação artroscópica e não apresenta deslocamento significativo ao ser testado.

Já uma lesão instável demonstra maior mobilidade ou separação dos tecidos.

CaracterísticaLesão estávelLesão instável
Mobilidade ao testePequenaMaior
Separação da lesãoLimitadaEvidente
TratamentoPode variarReparo é mais frequentemente considerado
Evidência atualConduta ainda discutidaMaior consenso favorável à estabilização

A estabilidade é uma das questões centrais na discussão atual sobre tratamento.

Toda lesão ramp precisa ser suturada?

Não existe consenso de que toda lesão ramp precise obrigatoriamente de sutura.

Para lesões instáveis, a literatura contemporânea tende a favorecer o reparo durante a reconstrução do LCA, especialmente porque a lesão pode contribuir para maior instabilidade do joelho.

A situação é diferente nas lesões pequenas e estáveis.

Uma revisão sistemática publicada em 2024 avaliou o comportamento de lesões ramp estáveis deixadas sem reparo e encontrou resultados funcionais, estabilidade, cicatrização e taxas de retorno esportivo semelhantes em determinados grupos tratados com ou sem sutura.

Por isso, a pergunta correta não é simplesmente:

“Tem lesão ramp?”

mas:

“Qual é o tipo, tamanho e estabilidade dessa lesão, e em que contexto ela ocorre?”

Como é feita a cirurgia da lesão ramp?

Quando existe indicação de reparo, o tratamento geralmente ocorre por artroscopia, frequentemente no mesmo procedimento da reconstrução do LCA.

O objetivo é aproximar e estabilizar os tecidos lesionados para permitir cicatrização.

Existem diferentes técnicas, incluindo:

  • suturas realizadas por portal posteromedial;
  • dispositivos all-inside;
  • técnicas realizadas através dos portais anteriores;
  • diferentes configurações de sutura de acordo com o padrão anatômico.

Uma revisão sistemática de 2024 concluiu que diferentes métodos podem ser utilizados e destacou que lesões instáveis na junção meniscocapsular são aquelas em que o reparo tende a ser mais justificável.

Não existe uma única técnica obrigatória para todos os casos.

Reparar a lesão ramp protege a reconstrução do LCA?

Essa é uma questão importante.

O menisco medial funciona como estabilizador secundário do joelho e lesões ramp instáveis podem aumentar a frouxidão quando coexistem com deficiência do LCA. Estudos biomecânicos mostram que o reparo da lesão associado à reconstrução do ligamento pode melhorar parâmetros de estabilidade.

Isso não significa que toda lesão não reparada provocará falha do enxerto.

A literatura ainda investiga quais tipos de lesão realmente exigem fixação e qual é o impacto de longo prazo sobre recorrência, cartilagem e reconstrução ligamentar.

A tendência atual é avaliar estabilidade, anatomia e contexto individual, em vez de tratar todas as ramp lesions da mesma maneira.

Como é a recuperação após a sutura da lesão ramp?

Quando a lesão ramp é suturada durante uma reconstrução do LCA, a reabilitação precisa considerar os dois procedimentos.

O protocolo pode variar conforme:

  • extensão da lesão;
  • tipo de sutura;
  • estabilidade do reparo;
  • existência de outras lesões meniscais;
  • técnica utilizada no LCA;
  • amplitude permitida;
  • liberação de carga;
  • evolução individual.

Em geral, uma sutura meniscal exige mais proteção inicial do que uma situação em que somente o LCA foi reconstruído sem reparo meniscal.

Isso ocorre porque o tecido suturado precisa passar por processo biológico de cicatrização antes de ser exposto progressivamente a determinadas cargas.

O protocolo deve ser definido pela equipe responsável pela cirurgia e reabilitação.

Quanto tempo leva para voltar ao esporte?

Não existe um prazo único específico para toda lesão ramp.

Na maioria das vezes, como o quadro ocorre junto à ruptura do LCA, o cronograma de retorno esportivo é determinado principalmente pelo processo completo de reconstrução e reabilitação do joelho, e não apenas pela cicatrização do menisco.

Além do tempo transcorrido, a liberação costuma considerar:

  • amplitude de movimento;
  • ausência de derrame importante;
  • força muscular;
  • estabilidade do joelho;
  • controle neuromuscular;
  • capacidade de correr e saltar;
  • testes funcionais;
  • demandas do esporte.

Estudos que compararam pacientes com e sem lesão ramp sugerem que a presença da lesão pode influenciar o tempo necessário para retorno, embora os resultados funcionais finais possam ser bons após tratamento adequado.

A lesão ramp pode cicatrizar sem sutura?

Algumas lesões estáveis podem apresentar capacidade de cicatrização, especialmente quando estão localizadas em regiões periféricas vascularizadas e o LCA é reconstruído simultaneamente.

Entretanto, isso não pode ser generalizado para todas as ramp lesions.

Lesões instáveis ou com maior separação apresentam comportamento diferente e tendem a receber indicação de reparo com maior frequência.

Essa é justamente uma das razões pelas quais a avaliação artroscópica da estabilidade possui tanta importância.

Lesão ramp é a mesma coisa que lesão da raiz do menisco?

Não.

Embora as duas condições comprometam a região posterior do menisco e possam estar associadas a lesões ligamentares, são alterações anatômicas diferentes.

LesãoRegião principal
Lesão rampRegião periférica posterior do menisco medial e sua conexão capsular
Lesão da raizInserção que fixa a extremidade do menisco ao osso
Lesão meniscal convencionalPode ocorrer em diferentes partes e padrões do menisco

Uma lesão da raiz pode comprometer intensamente a capacidade de transmissão de cargas do menisco, enquanto a lesão ramp recebe atenção especial pelo seu papel na estabilidade posteromedial, particularmente em joelhos com ruptura do LCA.

Lesão ramp é a mesma coisa que lesão do menisco medial?

A lesão ramp é um tipo específico de lesão do menisco medial.

O menisco pode sofrer diversos padrões de ruptura:

  • longitudinal;
  • radial;
  • horizontal;
  • alça de balde;
  • lesão da raiz;
  • lesão ramp;
  • lesões complexas.

Por isso, receber no laudo apenas a expressão “lesão do menisco medial” não significa necessariamente que exista uma ramp lesion.

Quando procurar um especialista?

Após uma torção importante do joelho, é recomendável avaliação quando houver:

  • sensação de estalo seguida de inchaço;
  • instabilidade;
  • dificuldade para apoiar o membro;
  • dor persistente;
  • travamento;
  • perda de mobilidade;
  • dificuldade para retornar ao esporte;
  • suspeita ou diagnóstico de ruptura do LCA.

Pacientes diagnosticados com lesão do LCA devem ter as demais estruturas do joelho avaliadas, porque lesões meniscais associadas podem modificar tanto o planejamento cirúrgico quanto a reabilitação.

Por que reconhecer a lesão ramp é importante?

O diagnóstico não é relevante apenas porque existe uma “segunda lesão” além do LCA.

O ponto central é biomecânico.

Um LCA rompido já reduz a estabilidade da articulação. Se uma estrutura secundária importante, como a região posterior do menisco medial, também estiver comprometida, o comportamento do joelho pode mudar ainda mais.

Por isso, identificar a lesão, avaliar sua estabilidade e decidir se deve ou não ser reparada fazem parte do planejamento individualizado do tratamento.

Perguntas frequentes sobre lesão ramp do menisco

O que significa lesão ramp no joelho?

É uma ruptura localizada na região posterior e periférica do menisco medial, próxima à sua conexão com a cápsula do joelho. Ela aparece frequentemente associada à ruptura do LCA.

Lesão ramp sempre ocorre junto com ruptura do LCA?

Não, mas existe forte associação. Estudos relatam ramp lesions em uma parcela relevante dos pacientes com ruptura do LCA.

A lesão ramp aparece na ressonância?

Pode aparecer, mas a ressonância não identifica todos os casos. Por isso, em pacientes submetidos à reconstrução do LCA, a avaliação artroscópica cuidadosa da região posteromedial pode ser necessária.

Toda lesão ramp precisa de cirurgia?

Não. Lesões instáveis são mais frequentemente reparadas, enquanto o tratamento das pequenas lesões estáveis continua sendo discutido e pode ser individualizado.

Lesão ramp deixa o joelho instável?

Quando associada a uma ruptura do LCA, principalmente se instável, pode contribuir para aumento da frouxidão anterior e rotacional da articulação.

Lesão ramp e lesão da raiz do menisco são iguais?

Não. A lesão ramp compromete principalmente a região periférica posteromedial e a junção com a cápsula, enquanto a lesão da raiz envolve a fixação do menisco ao osso.

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Referências

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  2. Nielsen WW et al. — Medial Meniscal Ramp Lesions in the Setting of Anterior Cruciate Ligament Tear. 2025. Revisão sobre prevalência, impacto biomecânico e relação com instabilidade do joelho.
  3. Moteshakereh SM et al. — Diagnostic Performance of MRI for Detecting Meniscal Ramp Lesions in ACL-Deficient Knees. 2024. Meta-análise do desempenho da ressonância magnética.
  4. Pizza N et al. — How to repair medial meniscal ramp lesions: a systematic review. 2024. Revisão das técnicas cirúrgicas e indicação de reparo conforme estabilidade.
  5. Misir A et al. — The fate of unrepaired stable ramp lesions: a systematic review. 2024. Revisão sobre evolução das lesões estáveis não suturadas durante reconstrução do LCA.
  6. Tokura T et al. — Ramp lesions of the medial meniscus are associated with greater preoperative anterior knee laxity in ACL injury. 2025. Estudo sobre instabilidade associada às lesões ramp.

Aviso médico

Este conteúdo tem caráter informativo e educacional e não substitui consulta, exame físico, diagnóstico ou orientação de um profissional de saúde. Lesões do LCA e do menisco apresentam diferentes padrões, e a indicação de sutura, reconstrução ligamentar e protocolo de reabilitação deve ser individualizada.

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